Quando vamos a uma loja comprar uma camisola, não compramos a primeira que nos aparece. Observamos as camisolas existente e, de acordo com o nosso gosto, compramos aquela de que mais gostamos - a mais bonita.
Se a função da camisola é aquecer o nosso corpo, porque não compramos uma qualquer? Ou porque não são todas iguais? Imagina o que seria se toda a gente se vestisse de igual.
Ora se existem na loja várias camisolas com a mesma finalidade prática, porque não selecionar a que visualmente nos agrada mais?
Desde há muito que o Homem tem tentado conjugar, de modo criativo, a relação entre a forma e a função e a seleção dos materiais para os objetos que cria. É nesta relação que se revela a qualidade estética, ou seja, a beleza da forma/objeto.
Quando um objeto é projetado, existe um conjunto de aspetos que ultrapassam a funcionalidade. O designer, de forma inteligente e com preocupação estética, cria objetos tendo em conta a harmonia, a forma, a funcionalidade, as texturas, as cores e os materiais.
Assim, os objetos, além de funcionais, tornam-se belos e decorativos.
Podemos encontrar formas/objetos, com manifestações estéticas, nas mais diversas áreas.
Vejamos alguns exemplos: |

Arquitetura

A |

Algumas das fotografias, usadas neste conteúdo, foram retiradas do photoblog: arcoirisreloaded.aminus3.com

BIBLIOGRAFIA:
- VELOSO, Helena e ALMEIDA, Luís, Educação Visual e Tecnológica, Porto Editora, 2004
- PORFÍRIO, Manuel, Educação Visual e Tecnológica, Edições Asa, 2000
- CARVALHO, Dinis, GASPAR, Feliciano e MESQUITA, José, Espiral, Texto Editora, 2000
- FALEIRO, Armando e GOMES, Carlos, Gesto e Imagem , Porto Editora, 2004

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